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Mais de 50 policiais, além de vários carros e motos da corporação, cercam o prédio um dia após o Governo dar o ultimato aos índios. No local será construído o Museu Olímpico.
Detidos
Pouco antes das 7h, funcionários do Governo chegaram ao museu para negociar a desocupação. Os índios, muitos encapuzados, resistem a sair do imóvel. Estudantes e simpatizantes do movimento fazem manifestação com cartazes, pendindo a permanência dos índios.
Durante a madrugada, três pessoas que participavam do ato foram detidas. Para dispersar o tumulto, a PM usou spray de pimenta e gás lacrimogênio
Por volta das 9h30, o clima ficou tenso quando um manifestante tentou pular o muro para falar com os índios e foi impedido pelo Batalhão de Choque. Ele resistiu e foi apoiado por um grupo, contido pela PM com bombas de gás.
Trânsito complicadoA Radial Oeste, uma das principais vias da Zona Norte do Rio, foi fechada, por volta das 6h30, para a desocupação.
Dez minutos depois, a via foi reaberta, mas o trânsito continuou muito complicado, principalmente no sentido Centro. De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, a melhor opção para os motoristas é a Avenida Visconde de Niterói.
O grupo de indígenas que ocupa o local, que deu ao museu o nome de Aldeia Maracanã, está no imóvel desde 2006. A 8ª Vara Federal Cível do Rio concedeu imissão de posse em favor do governo estadual e os índios foram notificados em 15 de março.
A Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos ofereceu, além do Hotel Santana, três opções de moradia provisória, até que o Centro de Referência Indígena seja construído na Quinta da Boa Vista, também na Zona Norte, além do Hotel Santanna, no Centro.
Segundo o secretário estadual de Assistência Social, Zaqueu Teixeira, os indígenas terão que se deslocar para o hotel, onde terão alimentação e um andar exclusivo. Os índios que não quiserem ficar no local poderão aceitar ficar provisoriamente em três áreas sugeridas pelo Governo: um terreno em Jacarepaguá, próximo ao Hotel Curupati; o abrigo Cristo Redentor; ou área ao lado do barracão da Odebrecht, na RuaVisconde de Niterói.
Zaqueu Teixeira deu um prazo de um ano e meio para a construção do Centro de Referência Indígena. Até lá, os índios poderão escolher um dos locais sugeridos, caso aceitem a proposta. Se recusarem, a Justiça poderá obrigar a saída. Veja sobre os direitos dos Índios.
Durante a madrugada, três pessoas que participavam do ato foram detidas. Para dispersar o tumulto, a PM usou spray de pimenta e gás lacrimogênio
Por volta das 9h30, o clima ficou tenso quando um manifestante tentou pular o muro para falar com os índios e foi impedido pelo Batalhão de Choque. Ele resistiu e foi apoiado por um grupo, contido pela PM com bombas de gás.
Trânsito complicadoA Radial Oeste, uma das principais vias da Zona Norte do Rio, foi fechada, por volta das 6h30, para a desocupação.
Dez minutos depois, a via foi reaberta, mas o trânsito continuou muito complicado, principalmente no sentido Centro. De acordo com o Centro de Operações da Prefeitura do Rio, a melhor opção para os motoristas é a Avenida Visconde de Niterói.
O grupo de indígenas que ocupa o local, que deu ao museu o nome de Aldeia Maracanã, está no imóvel desde 2006. A 8ª Vara Federal Cível do Rio concedeu imissão de posse em favor do governo estadual e os índios foram notificados em 15 de março.
A Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos ofereceu, além do Hotel Santana, três opções de moradia provisória, até que o Centro de Referência Indígena seja construído na Quinta da Boa Vista, também na Zona Norte, além do Hotel Santanna, no Centro.
Segundo o secretário estadual de Assistência Social, Zaqueu Teixeira, os indígenas terão que se deslocar para o hotel, onde terão alimentação e um andar exclusivo. Os índios que não quiserem ficar no local poderão aceitar ficar provisoriamente em três áreas sugeridas pelo Governo: um terreno em Jacarepaguá, próximo ao Hotel Curupati; o abrigo Cristo Redentor; ou área ao lado do barracão da Odebrecht, na RuaVisconde de Niterói.
Zaqueu Teixeira deu um prazo de um ano e meio para a construção do Centro de Referência Indígena. Até lá, os índios poderão escolher um dos locais sugeridos, caso aceitem a proposta. Se recusarem, a Justiça poderá obrigar a saída. Veja sobre os direitos dos Índios.
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